Uma Igreja para você e sua família.

Venha fazer-nos uma visita.

Voocê é muito bem-vindo!

Culto, todos os domingos, às 19horas.

Mensagens de esperança e encorajamento.

Uma palavra de esperança para os momentos mais difíceis da vida.

Nenhum relacionamento sobrevive sem investimento.

Dia 15/06, sábado, às 19h, no cerimonial Castelinho - Bairro República. Investimento: R$ 90,00 (casal) - Informações: 9619-7838.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

O Arrependimento deve marcar nossa vida

“Porque tu és justo em tudo quanto tem vindo sobre nós; pois tu fielmente procedeste, e nós, perversamente” (Ne 9.33).

grace-repentanceEm Neemias 8, as pessoas ouviram a Palavra de Deus e choraram em arrependimento, reconhecendo quão seriamente eles e seus antepassados ​​tinham pecado contra Deus. Porém, aquele era um momento de festa e, assim, Neemias e os outros líderes exortaram as pessoas a não chorar, mas, se alegrarem, acrescentando que “a alegria do Senhor é a nossa força” (8.10). Agora, dois dias depois da Festa dos Tabernáculos, o povo se reúne novamente, desta vez, em jejum, com pano de saco e terra sobre a cabeça (Ne 9). Uma demonstração externa de uma profunda lamentação e peso no coração pela própria iniquidade. O povo estava arrependido!
Mais uma vez, a Lei do Senhor foi lida por várias horas, e em seguida, os levitas, talvez liderados por Esdras, fizeram uma grande oração de confissão de pecados. Juntamente com Esdras 9, e Daniel 9, esta é uma das grandes orações de arrependimento e confissão da Bíblia. Esta oração é cheia de instruções sobre quem é Deus, quem somos, e como Deus tem graciosamente trabalhado em favor do Seu povo.
John MacaArthur estava certo quando escreveu: “A igreja hoje é frequentemente culpada de fornecer aos crentes uma armadura de papel de bons conselhos, programas, atividades, técnicas e métodos, quando o que eles precisam é a armadura divina de uma vida santa. Nenhum programa, método ou técnica pode trazer plenitude e felicidade para o crente que não esteja disposto a enfrentar e abandonar o seu pecado”.
Este é o oposto do que algumas pessoas fazem. Hoje, se as pessoas se referem aos pecados de seus pais, elas se desculpam, em vez de assumirem qualquer responsabilidade. Eles culpam seus erros em seus temperamentos, ou pela maneira como foram educados.
Há um paradoxo na vida cristã: quanto mais você anda com Deus, mais você fica ciente da depravação terrível de seu próprio coração. Não foi no início da vida cristã de Paulo, mas justamente no fim que ele disse, “... Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Tm 1.15). Ele não disse, “entre os quais eu costumava ser o maior de todos”, mas em vez disso, “Eu sou o maior de todos”. Quanto mais Paulo andava com Deus e contemplava Sua justiça perfeita, mais ele estava consciente de seu próprio pecado, ainda que em sua caminhada diária ele estivesse crescendo em santidade. Assim, quanto mais você conhece a Deus e seu próprio coração, através de Sua Palavra, mais você vai perceber o quão propenso ao pecado você realmente é. O verdadeiro arrependimento aceita a responsabilidade para o pecado e não culpa a Deus.
Você pode estar deprimido hoje - talvez devido ao seu pecado ou talvez devido a algumas outras circunstâncias difíceis. Apenas lembre-se, não importa o quão quebrado você esteja, o caminho de volta ao nosso soberano Senhor, suficiente e gracioso, está sempre aberto. Ele convida você a voltar para Ele.

O que é Teologia Reformada? por jocarli a. g. junior

testeO livro “O que é Teologia Reformada?” de RC Sproul é uma introdução das bases da Teologia Reformada. Neste livro perspicaz, RC Sproul percorre os fundamentos da Doutrina Reformada e explica como a crença reformada é centrada em Deus, com base na Escritura Sagrada e comprometida com a fé em Jesus Cristo.

O livro foi publicado pela Editora Cultura Cristã. R. C. Sproul é autor de mais sessenta livros, fundador e presidente da Ligonier Ministries e professor de Teologia Sistemática e Apologética no Knox Theological Seminary, em Fort Lauderdale, Flórida.

O livro é dividido em duas partes. A primeira consiste em cinco capítulos sobre os fundamentos da Teologia Reformada. Sem entender os fundamentos, o leitor terá dificuldades para compreender os cinco pontos do Calvinismo. Cada um deles é explicado em detalhes, mas com precisão suficiente.

1. A Soberania de Deus (Centrado em Deus);

2. A Importância das Escrituras (Baseada somente na Palavra de Deus);

3. Somente a fé (Comprometida somente com a fé);

4. O Ofício Tríplice de Cristo (Dedicada ao profeta, sacerdote e rei),

5. A Teologia do Pacto (Apelidada de teologia da aliança).

A segunda parte do livro é uma análise dos Cinco Pontos do Calvinismo do conhecido acróstico TULIP:

1. Depravação total;

2. Eleição incondicional;

3. Expiação limitada;

4. Graça Irresistível;

5. Perseverança dos Santos.

No entanto, Sproul prefere falar de Corrupção Radical, Escolha Soberana, Expiação Proposital, Chamada Eficaz e Preservação dos Santos. Estes termos esclarecem algumas interpretações equivocadas. Por exemplo, é fácil supor que o termo “Depravação Total” significa que o homem é tão mal quanto seria possível. Porém, a Teologia reformada reconhece que pecadores em sua condição decaída ainda são capazes de executar aquilo que os reformadores chamaram de “virtude civil”. Contudo, toda a ação, incluindo as inclinações do coração de quem a faz, é trazida sob o escrutínio de Deus e achada em falta.

Um excelente livro que deveria ser lido, principalmente, pelos oficiais de nossas igrejas. Lamentavelmente, a Editora Cultural Cristã demorou muito para publicar. Porém, mais triste ainda é o fato de que muitos líderes nunca terão acesso ao conteúdo.

Se você é oficial presbiteriano, para o bem de sua igreja, leia o livro “O que é Teologia Reformada?” de RC Sproul. Vale a pena!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

olhe para a fidelidade de deus

Rainbow O Salmo 23 descreve a Deus como o Supremo Pastor; Ele alimenta, conduz e cuida de Suas ovelhas. E no versículo 4 está escrito: “Mesmo que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo”. Deus não nos promete ausência de vales. No entanto, Ele diz que ao passarmos pelos vales, Ele estará conosco.

Assim, a escolha é nossa. Podemos ser cristãos sem alegria, ou podemos ser cristãos alegres. Nós podemos passar a vida entediados, tristes e reclamando, ou podemos nos alegrar no Senhor, em saber que o nosso nome já está escrito no céu, na esperança de uma herança eterna. É um privilégio e nossa obrigação ser alegre.[1] Viver sem alegria é desonrar a Deus e negar o seu amor e o seu controle sobre nossas vidas.

Quero convidá-lo, neste momento, a olhar para a fidelidade Deus. Você pode não entender o que está acontecendo, mas se você ama ao Senhor, você pode ter a certeza de que todas as coisas cooperam para o seu bem (Rm 8.28). Na verdade, Deus pode realizar algo extraordinário em sua vida. Mattew Henry disse que, quanto mais clara for a nossa visão da soberania e do poder do céu, menor será nosso temor diante das calamidades desta terra.[2]

Não quero minimizar a sua dor, mas desejo que você tenha uma visão maior da glória futura. Eu não quero que você finja que o sofrimento seja algo agradável, mas que você seja capaz de dizer, como Paulo: “Por isso nunca ficamos desanimados. Mesmo que o nosso corpo vá se gastando, o nosso espírito vai se renovando dia a dia. E essa pequena e passageira aflição que sofremos vai nos trazer uma glória enorme e eterna, muito maior do que o sofrimento. Porque nós não prestamos atenção nas coisas que se vêem, mas nas que não se vêem. Pois o que pode ser visto dura apenas um pouco, mas o que não pode ser visto dura para sempre” (2Co 4.16-18, NTLH).


[1] Bridges, J. (2006). The fruitful life: the overflow of God’s love through you (85–86). Colorado Springs, CO: NavPress.

[2] Henry, Matthew: Matthew Henry's commentary on the whole Bible: Complete and unabridged in one volume. Peabody: Hendrickson, 1996, c1991, S. 2Rs 6:13

a porta está aberta

istock_door-300x225 Há um paradoxo na vida cristã: quanto mais você anda com Deus, mais você fica ciente da depravação terrível de seu próprio coração. Não foi no início da vida cristã de Paulo, mas justamente no fim que ele disse, “... Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Tm 1.15). Ele não disse, “entre os quais eu costumava ser o maior de todos”, mas em vez disso, “Eu sou o maior de todos”. Quanto mais Paulo andava com Deus e contemplava Sua justiça perfeita, mais ele estava consciente de seu próprio pecado, ainda que em sua caminhada diária ele estivesse crescendo em santidade. Assim, quanto mais você conhece a Deus e seu próprio coração, através de Sua Palavra, mais você vai perceber o quão propenso ao pecado você realmente é.

Em uma ocasião, o grande reformador Martinho Lutero estava muito deprimido. Não desejava levantar-se a despeito dos apelos da família e amigos. Finalmente, sua esposa, Katie, colocou um vestido preto, parecendo uma viúva, em luto. Quando Lutero percebeu, perguntou-lhe quem tinha morrido. Ela respondeu que Deus, no céu, deve ter morrido, a julgar pelo comportamento de Lutero. Sua depressão foi embora de imediato, ele sorriu e beijou a sua sábia esposa.

Você pode estar deprimido hoje - talvez devido ao seu pecado ou talvez devido a algumas outras circunstâncias difíceis, como no caso de Lutero. Apenas lembre-se, não importa o quão quebrado você esteja, o caminho de volta ao nosso soberano Senhor, suficiente e gracioso, está sempre aberto. Ele convida você a voltar para Ele.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

a igreja não pode tolerar o pecado

light-bulb-300-wide O Senhor Jesus Cristo chamou Sua igreja para ser santa e pura em meio ao pecado. A primeira instrução de Cristo a Sua igreja foi à respeito de como se confrontar o pecado (Mt 18.15-17).

No livro de Apocalipse, a carta à igreja de Tiatira é a mais longa das sete, embora dirigida à menor das sete cidades. Ela tem uma mensagem importante para a igreja de hoje: a falsa doutrina e o pecado não são permitidos, mesmo sob a bandeira do amor, tolerância e unidade. Pode haver muita coisa que seja louvável em uma igreja. Ela pode ter um ministério eficaz, pode ser uma igreja grande, e até mesmo benquista na sociedade. Contudo, a imoralidade e a falsa doutrina, se não forem confrontadas, trarão o julgamento do Senhor da Igreja.[1] Alex D. Montoya estava certo quando escreveu: “O que toleramos hoje, nossos filhos praticarão amanhã”.[2]

Os cristãos de hoje também são tentados a buscar realização pessoal fazendo concessões indevidas. Porém, a igreja não pode tolerar o pecado de qualquer forma. Para a igreja de Corinto, que tolerava um homem acusado de incesto, Paulo escreveu: “Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento...” (1Co 5.6-7). Se Deus é absolutamente intolerante com o pecado, a igreja também deve ser! Aliás, se a igreja não for pura, o que vai proclamar ao mundo?


[1] MacArthur, J. (1999). Revelation 1-11 (94). Chicago: Moody Press.

[2] Alex D. Montoya, Homosexuality and the church, p. 169

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Alegrai-vos sempre no Senhor

smile_joy_by_eyesweb1-d39cyd5 Por várias vezes, nas Escrituras, somos convidados a ser um povo alegre. O Salmo 100, por exemplo, começa dizendo, “Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras. Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico” (Sl 100.1-2). O Salmo 98 parece muito semelhante: “Celebrai com júbilo ao SENHOR, todos os confins da terra; aclamai, regozijai-vos e cantai louvores” (Sl 98.4). O profeta Isaías havia proclamado: “Assim voltarão os resgatados do SENHOR e virão a Sião com júbilo, e perpétua alegria lhes coroará a cabeça; o regozijo e a alegria os alcançarão, e deles fugirão a dor e o gemido” (Is 51.11). Mesmo Neemias havia declarado: “não vos entristeçais, porque a alegria do SENHOR é a vossa força” (Ne 8.10).

A alegria cristã verdadeira é um privilégio e um dever. Isso significa que não devemos ficar esperando que as circunstâncias mudem para realmente nos alegrar em Deus. Na verdade, somos ordenados a viver sempre alegres (1Ts 5.16). Devemos nos alegrar sempre (Fp 4.4). A alegria não é uma opção disponível apenas para aqueles cujo temperamento é propício para isso. Deus deseja que cada um de Seus filhos apresente o fruto da alegria.[1]

Alguém roubou a sua alegria? Se a alegria está ausente em sua vida, hoje, você precisa orar como Davi: “Restitui-me a alegria da salvação” (Sl 51.12). Não deixe Satanás, ou qualquer outra pessoa, roubar-lhe esse dom precioso de Deus para sua vida.


[1] Bridges, J. (2006). The Fruitful Life: The overflow of God’s love through you (75–77). Colorado Springs, CO: NavPress.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

leia e releia a Bíblia

old-holy-bible-olivier-le-queinec Peter Deyneka Jr., conta sobre um casal cristão em viagem pela Rússia. Em um determinado hotel, uma empregada implorou a eles pelo Evangelho de João, que havia sido deixado sobre a cabeceira da cama. Ela explicou que era cristã e que a sua a Bíblia tinha sido destruída há 30 anos durante o cerco alemão de Leningrado. O casal, alegremente, presenteou a empregada com uma pequena Bíblia; esta a recebeu com gratidão e depois saiu rapidamente. Na manhã seguinte a empregada encontrou o casal no corredor, e disse, “Eu tinha que vê-los. Devo agradecer de novo o presente precioso que vocês me deram ontem. Por 30 anos tenho orado por uma Bíblia. Ontem eu fiquei a maior parte da noite lendo”.[1] Quem, de fato pode medir o valor e a bênção da Palavra de Deus?

“... e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés...” (Ne 8. 1) – Cópias da Lei de Moisés eram, provavelmente, raras. Mesmo no Novo Testamento, Paulo instruiu Timóteo a dar atenção às reuniões da igreja “para a leitura pública da Escritura, à exortação e ao ensino” (1Tm 4.13). Até à invenção da impressa, no Século XV, a Bíblia tinha que ser copiada à mão, e muitas vezes só havia uma cópia em uma cidade, muitas vezes acorrentadas aos púlpitos. Como o número de analfabetos era assustador, a Bíblia deveria ser lida publicamente.

Nós vivemos em uma cultura onde quase todos sabem ler. Aqueles que não sabem ou não leem bem, podem facilmente aprender. Nós temos várias traduções da Bíblia em nossa língua. Porém, boa parte dos cristãos gasta mais tempo brincando no computador ou sentado em frente à TV, do que lendo e estudando a Palavra de Deus.

Para o bem da sua alma, quero desafiá-lo a ler e reler a Bíblia todos os dias de sua vida. Se você quer uma renovação espiritual, ela virá por meio da Palavra de Deus. No Salmo 119, nove vezes o autor menciona como a Palavra de Deus traz avivamento (Salmo 119.25, 50, 93, 107, 149, 154, 156). Para uma renovação espiritual, o povo de Deus deve ler a Sua Palavra.


[1] Campbell, Nehemiah: man in charge. Page 73.

A adoração é importante para Deus

Worship_Praise[1] “Ora, uma vez reedificado o muro e assentadas as portas, estabelecidos os porteiros, os cantores e os levita” (Ne 7.1).

A primeira atitude de Neemias após ter concluído a restauração dos muros foi estabelecer os responsáveis pela adoração. Os primeiros versículos do capítulo 7 nos dizem sobre três categorias gerais de nomeações (porteiros, cantores e levitas). Os cantores e levitas tiveram prioridade, porque a adoração era a razão de ser de Jerusalém.[1] A razão para proteger a cidade dos invasores não foi apenas para que todos pudessem viver em segurança. Mas também para que a adoração fosse realizada no templo.

O puritano John Owen nos lembra que a verdadeira adoração, ainda que oferecida na terra, é conectada nos céus.[2] É importante lembrar, também, das palavras de John Piper, “Missões não é o objetivo final da igreja. A adoração é. Missões existe porque a adoração não existe. Adoração é o objetivo final, não missões, porque Deus é o objetivo, não o homem”. Ele acrescenta, “O objetivo das missões é a alegria dos povos na grandeza de Deus”.[3]

Os melhores vendedores são sempre aqueles que amam o seu produto. Eles estão convencidos de que você não pode realmente desfrutar da vida a menos que tenha o que eles estão vendendo. E enquanto as vendas e a evangelização não sejam análogas, as testemunhas mais eficazes são aqueles que, obviamente, são cativados pela grandeza de Deus e Sua salvação.

Em Apocalipse, aprendemos que uma boa parte do céu será investida em louvor e adoração a Deus. Os santos se reunirão com os anjos, com os quatro seres viventes e com os 24 anciãos e cantarão: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor” (Ap 5.9, 12, 13). Seremos tão impactados pela beleza da glória de Deus que nos juntaremos aos seres celestiais para glorificar ao Eterno!

Quando você contempla um cenário de beleza natural, como um pôr do sol nas montanhas ou na praia, mesmo que não conheça ninguém ao seu lado, você sente o desejo de dizer alguma coisa às pessoas que estão em sua volta: “Uau, isso é incrível, não é!” Fazemos isso porque a beleza gera em nosso coração um louvor espontâneo, e o louvor é melhor quando compartilhado. O céu será um tempo de contemplar da beleza de Deus, e compartilhá-la com os outros, eternamente.

Entretanto, é relevante destacar que a adoração não é algo que os crentes devem aprender somente no céu. O pregador britânico, Charle H. Spurgeon disse que, “Se queremos ser fiéis ao coral celestial, às melodias devem ser aprendidas aqui em baixo”.[4]


[1] KIDNER, Derek. Esdras e Neemias. São Paulo: Editora Vida Nova, 2011, p. 11.

[2] John Owen, The Works of John Owen (Carlisle: The Banner of Truth, 1990), IX: 77.

[3] PIPER, John. Let the Nations be Glad! [Baker Academic], 2nd ed., p. 17

[4] Charles Spurgeon, The Treasury of the Bible (reprint, Grand Rapids: Baker, 1981), 8:743.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

mantenha sua mente focada no Senhor

39E91786EF3542CD873152605208BD15 “Lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas filhas, vossa mulher e vossa casa” (Ne 4.14)

Um dos grandes testes para um líder é a capacidade de perseverar. A maioria de nós desiste com rapidez. Deste modo, deixamos os críticos ganharem porque não somos persistentes em terminar a tarefa que Deus nos concedeu.

As pessoas estavam desencorajadas porque tinham tirado o foco do trabalho e colocado sobre as ameaças do inimigo, as pilhas de escombros, e todo o trabalho que restava (v. 10). Neemias corretamente direcionou o foco de volta para o Senhor que é grande e temível e para as coisas que estavam em jogo, ou seja, suas famílias (v. 14).

Neemias foi capaz de enfrentar a oposição como um bom nadador que enfrenta as violentas ondas do mar. Quando a ameaça se tornou conhecida, ele respondeu estabelecendo vigias dia e noite (v. 9). Quando os rumores de violência continuaram, ele foi mais longe: (1) ele parou o trabalho (cf. v. 13, 15), (2) armou o povo (v. 13), e (3) organizou as pessoas em grupos familiares nos locais mais expostos ao longo do muro (v. 13). Os dividiu em famílias e aumentou a consciência de cada pessoa sobre os riscos. Neemias sabia que eles iriam lutar mais ferozmente quando a vida de suas próprias famílias estivesse em risco.[1] Assim, o desânimo, uma das mais fortes armas de Satanás, foi eficazmente combatido. Pela graça de Deus, e na força de Deus, a obra continuou.[2]

Aqui está o segredo para grandes vitórias na vida cristã, devemos continuamente colocar nossos olhos em Deus em vez de colocá-los nas circunstâncias.


[1] Boice, J. M. (2005). Nehemiah: An expositional commentary (56–57). Grand Rapids, MI: BakerBooks.

[2] Packer, J. I. (1995). A passion for faithfulness: Wisdom from the book of Nehemiah. Wheaton, IL: Crossway Books.

[3] Wiersbe, W. W. (1996). Be Determined. “Be” Commentary Series (57). Wheaton, IL: Victor Books.